
Antes de sermos uma empresa, somos um casal com um objetivo claro. E construímos a Revalio à imagem daquilo em que acreditamos.
Somos a Beatriz e o Santiago, sócios na Revalio e, antes disso, um casal que decidiu construir o seu futuro em conjunto.

A nossa história não começou numa sala de reuniões. Começou em conversas sobre o que queríamos para a nossa vida e na vontade de criar algo verdadeiramente nosso. Cada um trazia uma peça diferente do puzzle, e foi quando as juntámos que percebemos que tínhamos, em mãos, a base certa para começar.
Desde os 18 anos que sou empreendedor. Não segui o caminho da faculdade; segui o de testar, falhar e aprender, passando por vários modelos de negócio até chegar aqui. Durante quase dois anos fui consultor imobiliário, não por ambição na profissão, mas como um meio para um fim: queria conhecer o mercado por dentro, acompanhar de perto processos de venda e de investimento, e criar bases sólidas para um dia investir por conta própria. Sempre soube onde queria chegar.
A Beatriz licenciou-se em Engenharia Florestal, mas a sua ligação ao imobiliário vinha de outro lado, do terreno. Filha de empreiteiro, cresceu rodeada de obras e foi sempre ela a responsável pelos orçamentos da equipa do pai. Onde eu trazia a visão de mercado, ela trazia o conhecimento real de obra, aquilo que separa um projeto bem executado de um problema caro.
A Revalio nasceu quase como uma consequência lógica de tudo. Eu tinha chegado ao ponto de saber que não queria continuar como consultor e que estava pronto para o passo seguinte: investir. A Beatriz, a terminar a licenciatura e a ponderar o mestrado, percebia que o caminho convencional não a levaria à liberdade financeira que ambos procurávamos.
Como casal, sempre planeámos o futuro lado a lado. A decisão de abrir a empresa não foi um salto, foi a soma de muitas pequenas decisões. Percebemos que queríamos essa liberdade juntos, que para isso tínhamos de criar algo nosso, e que o conjunto de competências e recursos que reuníamos era ideal para este tipo de negócio: o conhecimento de obra da Beatriz, a minha leitura do mercado e, talvez o mais valioso neste ramo, uma equipa de obras de confiança.

Queremos enriquecer. Dizemo-lo sem rodeios. Mas não a qualquer custo, e muito menos com algo sem mérito.
Acreditamos que a riqueza de uma pessoa está diretamente ligada ao impacto que ela gera na vida dos outros. Quem cria um produto que ajuda milhares de pessoas a largar um vício gera riqueza a partir de algo positivo. Já quem lucra à custa da perda dos seus clientes está do outro lado dessa equação. Para nós, a escolha é simples: queremos enriquecer impactando a vida das pessoas pela positiva.
É isso que fazemos todos os dias. Pegamos em imóveis degradados, esquecidos, e devolvemos-lhes vida, transformando-os em casas onde uma nova família vai querer viver. O lucro existe, claro, mas é a recompensa por gerarmos valor real para quem compra, para o bairro e para a cidade. Primeiro o valor, depois o retorno.
A nossa forma de trabalhar é transparente do princípio ao fim. E porque somos transparentes, temos de ser rigorosos. Partilhamos com os nossos parceiros aquilo que corre bem e também aquilo que corre menos bem, porque acreditamos que é assim que se constrói uma relação de confiança que dura.
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